Origem e curiosidades sobre o dia das bruxas


Halloween, 31 De Outubro: A História Do Dia Das Bruxas

O Dia das Bruxas surgiu há dois mil anos quando povos Celtas festejavam o fim do verão, o início do Ano Novo e as fartas colheitas. 

A comemoração original chamava-se Samhain, também conhecida como o Dia das Almas, pois acreditava-se que na noite de 31 de Outubro realizava-se o encontro entre o mundo espiritual e material.

Rezam as lendas que para visitarem o mundo terreno, os mortos do ano anterior regressam e reencarnam nos vivos. Algumas pessoas dizem que os espíritos regressam para cometer atrocidades, colocar mau olhado nas colheitas e ocasionar danos materiais. Outras pessoas garantem que os Celtas acreditavam que as almas pertenciam aos membros superiores da Igreja Católica e eram inofensivas.







No séc. XIX, os irlandeses implantaram a festa do Halloween nos Estados Unidos. 

Desde que este evento começou a ser celebrado, o dia 31 de Outubro tornou-se numa festa tradicional infantil na qual as crianças se fantasiam e pedem guloseimas de casa em casa, dizendo tricks or treats - travessuras ou gostosuras.


Sobre bruxas
Quando você ouve falar em bruxa, muito provavelmente imagina uma velha horrorosa, com um nariz enorme, torto e verruguento, com um chapéu de copa alta na cabeça, usando um vestido preto, montada numa vassoura e dando gargalhadas sinistras e histéricas. Imaginará também que essa figura repugnante pratica magia negra e devora criancinhas. Aliás, a história da Branca de Neve contribuiu bastante para a divulgação dessa imagem. Ficará surpreso, portanto, quando souber que a palavra “bruxa” tem origem no idioma sânscrito (a língua sagrada da Índia) e significa “mulher sábia”.

A imagem distorcida que se tem dessas mulheres se deve à cruel perseguição movida contra elas pela igreja católica, na Idade Média – conhecida também como “Idade das Trevas”.

Naquele tempo, a igreja católica romana dominava todo o mundo ocidental e quem desobedecesse aos seu rígidos preceitos era torturado barbaramente e queimado vivo nas fogueiras.

Qualquer coisa que se dissesse ou fizesse, e que não estivesse escrito na Bíblia, era considerada heresia, sacrilégio e bruxaria. Foi o que aconteceu com o sábio Giordano Bruno e quase aconteceu com o gênio Galileu Galilei. Um bom retrato da brutalidade e da hipocrisia daqueles tempos vergonhosos é o filme “O Nome da Rosa”, com o ator Sean Connery, baseado no premiadíssimo livro do mesmo nome, de autoria do professor e pesquisador da Universidade de Roma Umberto Eco





No princípio, as bruxas eram respeitadas e admiradas como sábias e benfeitoras, até a igreja católica lhes atribuir o significado negativo de mulheres dominadas pelo demônio e por instintos inferiores. Na verdade, as bruxas eram apenas mulheres que conheciam e entendiam de ervas medicinais para cura de enfermidades e colocavam em prática seus conhecimentos, sem nada cobrar, nos vilarejos onde habitavam. Com a chegada do cristianismo, começou a imperar uma era machista. As mulheres foram então colocadas em segundo plano e tidas pelos cristãos fanáticos como objetos de pecado utilizados pelo diabo. Muitas mulheres não aceitaram essa identificação e rebelaram-se. Essas, dotadas de poder espiritual, começaram a obter novamente o prestígio que haviam perdido o que passou a incomodar o poder religioso. Assim, acusar uma mulher de bruxaria ficou fácil, bastava uma mulher casada perder a hora de acordar, que o marido a acusava de estar sonhando com o demônio.


Via: Sucessos da Rede
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